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7 de outubro de 2019 às 9:16

Uma nova era está se iniciando e você precisa estar preparado para ela.

A Odontologia vive um momento de transformação. Durante décadas mantivemos nosso foco e ações na prevenção e tratamento das doenças bucais relacionadas a microrganismos, como a doença cárie e doença periodontal.

No entanto, o que temos visto em nossos consultórios é o crescente aumento de pacientes que buscam soluções para problemas não mais associados a presença de bactérias. Infelizmente, não fomos preparados em nossa formação para prevenir e nem manejar essas alterações, o que se torna um desafio em nossa prática clínica diária.

Esse fato pode ser visto com o intenso aumento de estudos científicos baseados nesse tema e presente no gráfico acima (Schlueter & Luka, 2018). A ciência tem destacado os altos níveis de incidência e prevalência da presença de desgaste dental associado a presença de ácidos, tanto de origem intrínseca como extrínseca. A prevalência mundial desse tipo de desgaste  fica em torno de 20 a 45% (Schlueter & Luka, 2018) na dentição permanente e chega a 30,4% (Salas et al., 2015) em crianças e adolescentes de 8 a 19 anos de idade. Os dentes estão envelhecendo antes do momento esperado e precisamos fazer algo a respeito.

A Odontologia está mudando, e é preciso nos atualizarmos constantemente. A Odontologia do futuro é aquela baseada em prevenção e diagnóstico precoce, sempre buscando a melhoria da qualidade de vida de nossos pacientes.

Livia Fávaro Zeola

Graduada pela Universidade Federal de Uberlândia

Especialização em Dentística Restauradora – Universidade de São Paulo,
USP – Ribeirão Preto

Mestrado em Odontologia –  Universidade Federal de Uberlândia

Doutorado em Odontologia  – Universidade Federal de Uberlândia, com
Estágio Sanduíche na Universidade de Washington, Seattle, Estados Unidos

 

Link para os artigos usados como referência: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/29495027

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25446243

 

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